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A ressurreição de Lázaro e a França

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A ressurreição de Lázaro e a França

Hoje, em meu espaço “oratio et meditatio” – momento de prioridade do dia, pois aí materializo o lançar da âncora de minha alma, eu estive por um tempo refletindo no texto do evangelho de João, capítulo 11, sobre a morte de Lázaro.
Ao trazer esse assunto à evidência aqui nesse escrito, eu abstenho-me de propor uma análise teologal – como me seria de costume na lida com os textos bíblicos, visto que o meu encontro de hoje com o texto da ressurreição Lázaro estava diretamente envolvido com o princípio do auscultar a voz divina em ação em mim.
Uma inquirição surgida no contexto da ocorrência da morte de Lázaro, e que, de certa maneira, é senso comum entre os leitores primários desse relato é: “Se Jesus poderia ter curado Lázaro, por que Ele permitiu que seu amigo morresse?” A resposta a essa indagação é clara no próprio contexto textual imediato, no qual se evidencia que a morte fora uma permissão para o próprio nome de Deus ser glorificado. Entende-se à l…

SERVO DE CRISTO JESUS - Fp 1.1.

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Em uma definição popular simplista, servo é aquele que presta serviço a outrem. Na ótica bíblica, servo é aquele escravo ou livre que presta serviço voluntário ou involuntário, de caráter civil ou religioso a quem exerce sobre ele domínio. No Antigo Testamento encontramos o termo ‘ebhedsendo empregado, por 799 vezes, com o sentido de escravo e servo. Na esfera civil esse termo era usado para referir-se desde os que sob diferentes formas tornaram-se escravos - Gn 14,1; Ec 2,7; Gn 15,3; Êx 22,3; 2 Rs 4,1; Lv 25, 39-43; Dt 24,7 - ­até os vários níveis de serviçais régios - Gn 21,25; 2 Sm 10,19; 1 Cr 18,2; Gn 40,22; 1 Sm 19,1; Nm 22,18. Já na esfera religiosa, esse vocábulo era aplicado em referência desde as pessoas que se relacionavam individualmente com Deus Sl 116,6; passando também em alusão ao povo de Israel - Is 42,19; e finalmente sendo aplicado como um título messiânico - Is 42,1. Neotestamentariamente o conceito de servo pode ser encontrado sendo expresso por meio dos vocábulos d…

En la sombra de cruz

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Al término del largo discurso de despedida de Jesús, empieza la tercera estructura narrativa del evangelio de Juan, donde se trata de la pasión, muerte y resurrección de Jesús - 18.1-21.25.             El texto en análisis hoy, capítulo 19, tiene dos estructuras fundamentales que son: 1ª - 19.1-16a  - que en verdad es una continuación del relato de 18.28-19.16a - que trata del traslado de Jesús de casa de Caifás hasta el Pretorio Romano; y, 2ª - 19.16b-42 - que presenta la autorización de Pilatos y el traslado de Jesús al monte calavera, llegando a la crucifixión y muerte del Señor.             En la primera estructura del capítulo - 1-16a, se presenta cuatro de las siete escenas que ocurren en el Pretorio, las cuales ocurren dos dentro donde Jesús revela su identidad - 1-3; 8-11 ; y dos fuera donde están los que niegan su identidad - 4.7;12-16a.  A la vez, en la segunda estructura del capítulo 16-42, se presenta: traslado y crucifixión - 16b-27; la muerte - 28-37; y la sepu…

Entrevista sobre o lazer nos tempos bíblicos

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1)    Como era o lazer naquela época? Havia muitas opções? Era considerado algo desnecessário ou importante na cultura hebraica? O lazer é elemento integrante de toda cultura, sendo que a cultura dos povos bíblicos também se insere nessa realidade, isso fica evidente quando lemos o texto de Zc 8.5. Se trabalharmos um paralelo entre as culturas do período bronze, do ferro e a cultura pós-moderna, enfim sobre a cultura de qualquer período, nós veremos que o lazer é presente assim como é na realidade contemporânea. O fato de a cultura israelita ser uma cultura religiosa, isso em momento algum faz com ela prescinda dos elementos recreativos, pois eles sempre agem como elemento de socialização e de formação da alegria de um povo.
2)    Quais as formas de diversões para jovens, adultos e crianças? A partir de escavações arqueológicas feitas no Egito, e, em especial na Palestina, bem como por meio dos relatos bíblicos, nós encontramos referências a brinquedos e jogos que eram utilizados na épo…

Permanecer en Él - Secreto de una vida con propósito

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El texto de Juan 15 debe ser leído y comprendido desde de la perspectiva de su contexto literario cercano que es Juan 13.1-17.26, donde se desarrolla un clásico discurso judío de despedida, tal cual Hechos 20.18-35; Génesis 49, pero aquí con mayor relevancia pues se trata de  "la despedida de Jesús". Una mirada cuidadosa en este capítulo 15 del evangelio de Juan, nos hace ver que la conclusión lógica del texto ocurre solamente en Juan 16.4a, y que esta perícopa es el la parte central del discurso intracomunitario de despedida del Señor Jesús.             La narrativa de Juan 15.1-16.4a, a su vez, está estructura en dos unidades literarias menores, que son: primera, 15.1-17 - que trata sobre la importancia del discípulo permanecer en Jesús y en su amor; y, segunda - 15.18-16.4a - que desarrolla el tema del odio que el mundo tiene por los seguidores de Jesús.             La primera unidad literaria - 1-17, está hecha de dos estructuras menores que son: primera, 1-8 …

Deus quis matar a Moisés?

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            O texto em foco constitui-se como um dos mais intrigantes do Antigo Testamento, e, por decorrência, suscitam de sua apreciação algumas inevitáveis inquirições, entre as quais a supramencionada. O contexto imediato de Êx 4.24 nos mostra que Moisés, conforme Êx 4.20, toma sua esposa e filhos e os faz montar sobre um jumento e empreende viagem rumo ao Egito. Como de costume, entre os antigos viajantes, Moisés e sua família pernoitam em um local estabelecido para esse fim, junto às fontes de água. Nessa hospedaria registra-se a ocorrência de um conjunto de ações divinas e humanas dignas de compreensão.
A perícope de Êx 4. 24-26.             Esse relato bíblico abriga em seu conteúdo algumas relevantes dificuldades textuais, a partir das quais surgem alguns questionamentos fundamentais para a compreensão dessa perícope. A seguir, me atenho a duas dessas interrogações: 1 – A quem alude o pronome “o”? 2 – Aos pés de quem lança Zípora?
A ambigüidade do pronome “o”            O prono…

Los ciegos no pueden ver quien es Jesús.

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El capítulo 10 del evangelio de Juan es parte del bloco literario de 1.19-12.50 en lo cual desarrolla el tema de las actividades terrenales de Jesús. Una mirada exclusiva en el capítulo 10 nos lleva al encuentro de una doble estructura: 1ª. Jesús - el pastor - 1-21; y, 2ª. El diálogo en la fiesta de la dedicación - 22-42. Mientras, es un equívoco poner una mirada aislada en este capítulo, pues él es la continuación del diálogo que Jesús estaba teniendo con los Fariseos en el capítulo 9. La evolución del capítulo 9, de la ceguera física hacia la ceguera espiritual, llega ahora a la partícula que empieza Juan 10.1, y que traducimos por "ciertamente" o "de cierto, de cierto", ésta partícula abre las puertas para una ampliación, en un lenguaje metafórico,  del discurso anterior, ahora con el blanco de presentar a los ciegos espirituales lo que ellos no pueden ver, que es Jesús como el Mesías-Pastor enviado por el Padre al su rebaño. En los versículos 1-6, de Juan 10, el …